Introdução: O cenário atual de emergência em saúde tem levado pacientes e familiares a procurarem meios alternativos, sem comprovação científica, para o tratamento da Covid-19 (C19). Um dos tratamentos bastante procurado para a C19 é a auto-hemoterapia, que consiste na retirada de sangue do paciente para, em seguida, injetar esse mesmo sangue, no mesmo paciente, para estimular o sistema imunológico. Objetivos: Analisar a prática da auto-hemoterapia em pacientes com Covid-19. Material e métodos: Foram selecionados artigos científicos na base de dados PubMed, com a utilização dos seguintes descritores em saúde: “covid” AND “hemotherapy” e os filtros: “free full text”, “last 2 years” e “english and portuguese”. Foram encontrados um total de 5 artigos. Além disso, foi pesquisada a plataforma da ANVISA, sobre terapias alternativas e o novo coronavírus. Resultados e discussão: A prática da auto-hemoterapia pode trazer benefícios para a saúde, entretanto ainda não há nenhuma comprovação científica para o tratamento da C19. Muitos pacientes têm realizado a auto-hemoterapia sem o acompanhamento de médicos e de profissionais de saúde, se expondo, assim, a riscos de transmissão de doenças infecciosas e contaminação das pessoas envolvidas. Além disso, essa prática sem acompanhamento médico pode deixar o paciente mais vulnerável, pois muitos acabam abandonando tratamentos convencionais mais eficazes. Isso ainda pode ser agravado pela falta de conhecimento e pesquisas sobre o manejo do novo coronavírus e sua transmissibilidade pelo sangue. Nesse sentido, entende-se que os benefícios da auto-hemoterapia ainda não estão estabelecidos para pacientes com C19, pois ainda são necessárias diversas pesquisas científicas para melhor controle e manejo dos pacientes infectados com o novo coronavírus. Conclusão: O uso da auto-hemoterapia para a C19 ainda é assunto que demanda estudos e pesquisas. O uso dessa prática alternativa para o tratamento da C19, no momento, de carência informação, pode trazer problemas para a saúde do paciente, pois há riscos de abandono dos tratamentos convencionais e de infecção durante a prática.
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