Objetivo: Apresentação de um caso clínico de Leucemia Linfoide Aguda (LLA) presente no Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP). Metodologia: Para este relato foram coletados os dados do prontuário eletrônico Tasy®, referentes ao período de internação e acompanhamento da paciente. Relato do caso: L.S.M., 4 anos, encaminhado ao Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP) devido à uma anemia de causa indeterminada. A criança estava acompanhada da mãe, que relatava ter observado que ele estava “amarelo”e com aumento de temperatura corporal (37̊–38°C), sem nenhum sinal ou sintoma associado. Nega doenças prévias, cirurgias, internações e alergias. Alimentação pouco balanceada, pobre em nutrientes, segundo a descrição da mãe. Paciente apresentava-se ativo e reativo, hipocorado, hidratado, ictérico, acianótico, afebril e eupneico. Apresentava tosse seca há duas semanas, portanto fora solicitado exames para triagem de COVID-19, resultando em teste não reagente. Resultados de exames laboratoriais: Hemograma: Hb: 4,3; E: 1,62 milhões/mm3; Ht: 11,9%; VCM: 73,5 μg/l; HCM: 26,50 pg; CHCM: 36,10 g/dl; RDW: 12,4%. Leucócitos: 5.392 (Bastões: 1%; Segmentados: 11%; Monócitos: 1%; Eosinófilos: 3%; Basófilos: 1% e Linfócitos: 83%). Plaquetas: 77.000 mm3. Presença de alterações eritrocitárias: poiquilocitose 1+ e eliptocitose 1+. Outros exames como LDH, contagem de reticulócitos, coombs direto e bilirrubina total e frações não apresentaram alterações. Após o resultado dos exames, o paciente foi encaminhado ao Hospital do Câncer de Cascavel (UOPECCAN) para realização de biópsia de medula, devido à suspeita de Leucemia Linfóide Aguda (LLA), pelo quadro de bicitopenia e neutropenia febril, confirmando diagnostico de leucemia. Discussão: A LLA apresenta um bom prognóstico, com alta taxa de remissão completa em casos tratados com quimioterapia. Ocorre principalmente nas idades de 0 a 14 anos e o risco de desenvolver a doença nos primeiros 10 anos é mais frequente. O tratamento da LLA varia de dois a três anos, se baseando nos seguintes esquemas: indução de remissão, intensificação-consolidação, reindução, prevenção da leucemia no sistema nervoso central e continuação ou manutenção de remissão. Conclusão: Conclui-se que o hemograma é um exame de extrema importância no rastreio de neoplasias, uma vez que é um exame de rotina de fácil coleta e simples de ser realizado.
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