Objetivo: Relatar as principais alterações laboratoriais presentes na anemia falciforme e apontar os métodos de diagnóstico utilizados para confirmação da mesma. Introdução: A anemia falciforme é uma doença hemolítica de caráter genético autossômico recessivo, originada por uma mutação no cromossomo 11 que resulta na substituição de um ácido glutâmico pela valina na posição 6 do segmento A da cadeia polipeptídica β. A hemoglobina S desenvolve a distorção dos eritrócitos formando assim as hemácias em foice ou falciforme. Metodologia: Trata-se de um de um estudo de revisão de literatura do tipo integrativa onde foram utilizados artigos das seguintes bases de dados: Lilacs, Medline, PubMed, SCielo (Scientific Eletronic Library Online) e ScienceDirect, com recorte temporal de 2010 a 2020. Discussão: O hemograma é primordial para o diagnóstico laboratorial, nele é possível a visualização de hemácias falciformes que são formas evidente para este tipo de doença. Além desse achado os leucócitos estarão elevados, os eritrócitos, hematócrito e hemoglobina estarão diminuídos, visto que a hemoglobina S altera a forma das hemácias, e como consequência disso há um amento na sua destruição, culminando assim em menor quantidade desse tipo de célula na circulação. Com relação as manifestações clinicas, os processos inflamatórios são os mais comuns e estão diretamente ligados ao processo de vaso-oclusão. Com relação aos métodos de diagnósticos utilizados sabe-se que os exames clínicos servem como triagem e que a confirmação da doença é feita pela eletroforese de hemoglobina, sendo este considerado padrão-ouro para confirmação do diagnóstico. Conclusão: A anemia falciforme é uma doença hereditária que ainda não tem cura, mas a ciência busca meios de aumentar a sobrevida dos pacientes.
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