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Vol. 42. Issue S2.
Pages 95-96 (November 2020)
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Vol. 42. Issue S2.
Pages 95-96 (November 2020)
161
DOI: 10.1016/j.htct.2020.10.162
Open Access
PREVALÊNCIA DE EMBOLIA E TROMBOSE ARTERIAIS NO ESTADO DA BAHIA ENTRE 2008 E 2020
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A.V.C. Codeceira, F.M. Reis, F.M.N. Souza, J.M.C. Oliveira, L.C. Lins, L.D.S. Silva, M.A. Gomes, N.B.A. Miranda, P.S. Garcia, U.J.G. Júnior
Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Feira de Santana, BA, Brasil
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Objetivo: Descrever a prevalência da Embolia e Trombose Arteriais no estado da Bahia no período de 2008 a maio de 2020. Metodologia: Trata-se de um estudo epidemiológico, descritivo e retrospectivo, de abordagem quantitativa, cuja fonte de dados foi o Sistema de Morbidade Hospitalar (SIH-SUS), do Ministério da Saúde. Os dados foram tabulados em gráficos e tabelas do Microsoft Excel 2010. Resultados: Foram registrados 9.164 internações por embolia e trombose arterial no estado da Bahia no período analisado; 86,45% destas em caráter de urgência, com uma média de permanência hospitalar de 9,4 dias e taxa de mortalidade de 10,64. Salvador desponta como o município detentor do maior número de internações por local de residência (27,21%) e o sistema público de saúde abarcou 50,97% dos cuidados. Quanto ao perfil dos casos, há discreta prevalência no sexo masculino (54,13%), no que se refere à raça/cor 75,56% dos registros foram ignorados e a faixa etária predominante é a dos 70-79 anos (24,12%). Discussão: A embolia corresponde ao deslocamento de fragmentos de trombos, placas de ateroma, estruturas anômalas (cateteres, projéteis..) pelo leito vascular, alojando-se em vasos mais distais e a trombose é definida como a formação de um coágulo na circulação, que resulta na obstrução do fluxo de sangue para alguma parte do corpo. De acordo com a literatura, artérias coronárias e periféricas demonstram um comprometimento gradual da função vascular relacionado à idade, havendo concordância dos dados em relação à predominância das manifestações da embolia e trombose arteriais em indivíduos com mais de 60 anos de idade com os estudos já desenvolvidos. Conclusão: Portanto, a efetividade no gerenciamento dos fatores de risco faz-se necessário na redução da incidência das doenças arteriais e prevalência suas complicações e possíveis sequelas. Medidas preventivas devem discutidas e reforçadas em cada paciente.

Idiomas
Hematology, Transfusion and Cell Therapy

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